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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Em atividade proposta pela professora de TDIC, Deise Francisco, onde nós deveríamos procurar um artigo que fosse de acordo com o tema do nosso blog, fazer um resumo. E nós escolhemos tratar da merenda escolar. Boa leitura. Segue o link, onde você pode encontrar o artigo e logo abaixo o resumo.

http://sinop.unemat.br/projetos/revista/index.php/eventos/article/download/1919/1462
Acesso: 23 de agosto de 2017


A MERENDA ESCOLAR NA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO

Este trabalho é uma reflexão sobre o Artigo produzido por Micheli Henkes para Trabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia na Universidade Estadual de Mato Grosso tendo como  tema Merenda Escolar: os caminhos até a mesa. Trata-se da de uma pesquisa realizada sobre a merenda escolar no Estado de Mato Grosso usando como fonte da pesquisa estudantes e cozinheiros da Escola Municipal de Educação Básica Valter Kunze Município de  Sinop-MT.
No primeiro momento a autora apresenta o Programa Nacional de Alimentação Escolar- PNAE que teve seu início no Brasil em 1993, segundo Henkes (2015) “ o programa tem se fundamentado no paradigma do direito humano a alimentação escolar, não atendendo somente ao carentes e aos pobres”. Em seguida faz um breve resgate histórico sobre a merenda no escolar no Brasil , mostrando que inicialmente se deu para combater a fome e a desnutrição no país através  do Serviço de Alimentação da Previdência Social  (SAPS) e a implantação da Comissão Nacional de Alimentação  (CNAS) em 1950, Inicialmente era distribuído farinha enriquecida e farinha em pó até sua evolução ao PNAE, programa cofinanciado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE.
Cabe-nos observar que nesse primeiro momento o programa apresentado  teve seu início com propósito diferente do qual está sendo executado hoje, uma vez que conforme informações a situação de desnutrição no país é quase erradicada. No entanto procura garantir aos alunos o direito a alimentação  esta por sua vez é de fundamental importância para o desenvolvimento escolar dos alunos.
Em terceiro momento  Henkes apresenta os resultados de sua pesquisa que constata que há preferências por determinados tipos de merendas e menos aceitação de outras, isto foi identificado na dela de alunos e cozinheiros entrevistados os quais tem em comum as respostas quanto a preferência e menos aceitação ao cardápio servido. Observou também que a alimentação  oferecida também não é feita aleatória é elaborado por um profissional de nutrição  que atua na elaboração dos cardápios servidos  isto demonstra que há uma preocupação não apenas em alimentar, mas alimentar bem.
Em sua conclusão afirma a importância de ser oferecido uma alimentação saudável a qual proporciona a criança o desenvolvimento educacional e motor. Pois em uma sociedade em transição que superou significativamente a desnutrição, preocupa-se o fenômeno da obesidade infantil decorrente da falta de uma alimentação saudável pois há um grande consumo de alimentos industrializados que causam um processo de adormecimento nutricional.
Observa-se que em suas colocações Henkes tem posicionamento favorável a Política Nacional de Alimentação Escolar  - PNAE, assim como a execução desse Programa se da por meio de uma equipe multiprofissional disponível na Politica de Educação Nacional.  Cabe-nos apenas uma preocupação diante do tema exposto, pois na sociedade brasileira é noticiado e investigado há tempos em muitas cidades e em particular as mais pobres do país o recurso destinado a finalidade desse bem tão valioso que é a alimentação escolar, desviado por uma gama de políticos corruptos e que em sua maioria ficam impunes diante do crime cometido. Desta maneira é nosso dever quanto cidadão e futuros professores além de fomentar a politica de alimentação escolar também fiscalizar se ela tem sido executada de maneira  correta.

Ítala Teixeira, Ivannilton Adelino, Kissila de Melo, Samara Ferreira.

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