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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Olá, boa noite. Estamos cheios de novidades hoje! Aqui está a produção do nosso livro inclusivo, para a disciplina de Educação Especial, ministrada pela professora Maria Dolores Fortes Alves. Ele foi construído por toda turma, exceto o grupo 7 que não quis participar da construção do nosso livro inclusivo. Fomos divididos em grupos (Totalizando 10). A nossa equipe construiu a capa e temos como tema Deficiente Auditivo, as demais equipes foram complementando a história. Espero que gostem, em breve voltaremos com mais novidades! 

                                                            Capa e Página 01
                                                
Página 02

Página 03

Página 04

Página 05

 Página 06

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Página 08

Página 09



REFERÊNCIAS

Capa e Página 01
Grupo 6 
Cínthia Souza Silva França
Ítala Maynara Teixeira
Ivannilton Adelino de Oliveira
Kíssila de Melo Santos
Laudicéa Santos de Castro

Página 02
Grupo 4
Aldamir Miranda da Silva
Dayana Silva de Andrade
Ercília Darling Amâncio Silvestre Martins
Maria Yasmim Almeida da Silva

Página 03
Grupo 9
Aline Alves Laurentino
Bruna Larissa Santos da Rocha
Carla Deysiane da Silva Emidio
Jacione dos Santos Nascimento
Neuma Carla de Oliveira Miranda

Página 04
Grupo 02
Bruna Regina  da Silva Lima
Samyra da Silva Santos
Rosane Batista de Souza
Alice Rany Cândido Balbino
Géssica Catarina França Gomes


Página 05
Grupo 1 
Alexandra de Lima Oliveira
Cristiane Gonzaga da Silva
Luana Yhara Freire da Silva
Cristina Itylane
Edla Alves Brasil
Dálete Priscilla de Albuquerque Pessoa


Página 06
Grupo 10
Ana Clara da Silva Fernandes
Enaura Cristina da Silva Santos
Everlane Roberta Rodrigues de Oliveira
Rosivaldo José dos Santos

Página 07
Grupo 8
Eryka Karollyna Leite dos Santos
Ilton Cesar Mendes da Silva Oliveira
Vitória Cristina Pereira de Oliveira Silva
Monyque da Silva Alves
Natália do nascimento santos
Lucicleide Guedes dos Santos

Página 08
Grupo 5
Janaína Eliziário da Silva Souza
Josué dos Santos Souza Eliziário
Geane Maria da Silva Costa
Malba MAria da Silva Santos


Página 09 
Grupo 3
Aracelle de Lima e Silva
Maria Vitória Ferreira Silva
Maíra Avelino da Silva
Poliana Santana Xavier de Souza.



UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA

Equipe: CINTHIA SOUZA SILVA FRANÇA
             ÍTALA MAYNARA TEIXEIRA DA SILVA 
             IVANNILTON ADELINO DE OLIVEIRA 
             LAUDICÉA SOUZA CASTRO 
             KÍSSILA DE MELO SANTOS 

Olá gente, boa tarde. Como solicitação de uma atividade da disciplina de Educação Especial ministrada pela professora Maria Dolores Fortes Alves, aqui estamos solucionando o caso de Júlia. 

Ø  Júlia é uma pessoa com deficiência de 8 anos, teve Paralisia Cerebral e utiliza cadeira de rodas, pois apresenta limitações físicas nas pernas, braços e mãos. Está cursando o terceiro ano do ensino fundamental, tem dificuldades para escrever, pintar, ler, etc. Quais intervenções seriam necessárias para que Júlia tivesse uma educação inclusiva?

Júlia precisa ter uma educação inclusiva para isso é necessário um conjunto de intervenções. Para acolher a diversidade e as múltiplas formas de aprender, a escola deve assegurar a participação e ao mesmo tempo compreender a subjetividade. Cada um tem uma trajetória de vida, com diferentes condições sociais, emocionais, físicas e intelectuais. Entre os princípios fundamentais da educação inclusiva, está o entendimento de que o acesso à educação é um direito incondicional de todos (Assegurado pela Constituição Federal de 1988 e reafirmado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nº 9.394/96). A educação inclusiva é à base da sociedade. Ela nada mais é do que a consequência natural de uma escola de qualidade para todos, ela tem que criar sentidos, abrir possibilidades, permitir a participação e estar conectada com a realidade do educando.
“A visão de que só as pessoas com necessidade especiais pessoas com deficiência ganhariam com a inclusão é preconceituosa, entendemos que o grande objetivo a ser conquistado é a construção de uma sociedade inclusiva, com a contribuição indispensável das escolas que tem de preparar espaços educativos para todos.” (LIMA 2001, p. 33)



·                    A primeira coisa necessária a se pensar é a estrutura da escola. A escola tem como prioridade receber o público de forma adequada as suas especificidades, para não comprometer o deslocamento nos ambientes e não gerar exclusão. Lamentavelmente a acessibilidade ainda não é prioridade nos ambientes, além disso, a sociedade desconhece as leis e normas para cobrar seus direitos. A Norma de Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos (ABNT NBR 9050:2015) determina que escolas brasileiras públicas e privadas devem ser acessíveis. As portas externas e internas (incluindo as dos elevadores) também devem respeitar a largura mínima de 80 cm e altura de 2,10 m. Além disso, todas devem ter maçanetas do tipo alavanca e permitir abertura com um único movimento. A área de circulação dentro das salas deve permitir rotação de 360º. As lousas (quadros) precisam ser instaladas a uma distância de 90 cm do chão. Na hora de planejar a disposição dos móveis (carteiras e cadeiras) para se certificar de que todos os alunos vão conseguir enxergá-lo. É recomendado que 1% das carteiras das escolas infantis seja especial para cadeirantes (a altura desses modelos deve ficar a 73 cm do piso). O mesmo tipo de móvel deve estar presente nas áreas de alimentação (refeitório e lanchonete), para que o aluno consiga fazer suas refeições confortavelmente. Podemos citar as barras de transferência para sanitários. É importante adotar esses equipamentos nos diferentes espaços da escola. Recomenda-se que pelo menos 5% dos sanitários (divididos em masculinos e femininos) sejam adaptados com área ampla e portas maiores.  Barras de apoio devem ser instaladas a uma altura de 30 cm a partir do assento sanitário. Já as pias e bebedouros precisam apresentar botão de acionamento a uma altura de 80 cm do piso. É importante que todos os ambientes, mobiliários e equipamentos projetados para pessoas com deficiência sejam identificados com o símbolo internacional do acesso. O ideal é que ele seja desenhado em branco sobre fundo azul ou preto.

Fonte: https://www.seucondominio.com.br/noticias/acessibilidade-no-condominio

·                    Embora seja de grande importância que o espaço físico da escola, seja adequado para receber os alunos com deficiência, a inclusão é mais do que ter banheiros e rampas adaptados. A inclusão deve está garantida dentro do Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola, visto que é o documento norteador da prática pedagógica. Sendo a inclusão uma prática recente nas escolas, é importante questionar sobre que ética ilumina as ações da direção da escola. É no projeto pedagógico que a escola se posiciona em relação ao seu compromisso com uma educação de qualidade para todos os seus alunos. Sendo assim, deve assumir o compromisso de propiciar ações que favoreçam a aprendizagem dos educandos de modo geral e aos alunos com deficiência, fazer adaptações curriculares optando por práticas inclusivas. As adaptações curriculares constituem possibilidades de atuar frente às dificuldades de aprendizagem dos alunos, não sendo necessariamente um novo currículo, mas que seja dinâmico, alterável, passível de ampliação, para que atenda realmente a todos os educandos. 
“No modelo organizacional que se construiu sobre a influência do princípio de integração, os alunos deveriam adaptar-se às exisgênciass da escola, e, no da inclusão, a escola é que deve se adaptar às necessidades dos alunos” (Carvalho, 2004, p. 67)
·                    Outra intervenção necessária é no âmbito profissional. Todos que compõem a comunidade escolar devem preparar os estudantes para estarem aptos a passarem pelo processo de inclusão dentro do ambiente escolar, dando a estes a oportunidade de usufruírem de um direito imprescindível a todos: o ensino de qualidade, para isso é necessário qualificação/ especialização. Ao trabalhar com uma criança com deficiência, o professor tem que ter uma bagagem de conhecimentos específicos (conhecimentos teóricos) para promover de forma tranquila, a integração do aluno com o cotidiano escolar. O profissional deve buscar a qualificação constante, seja com cursos de especialização na área, ou ainda de extensão e aperfeiçoamento. O processo de educar uma criança costuma ser bastante desafiador. A dificuldade aumenta quando os professores não se preparam para atender alunos com diferentes perfis. Para os pequenos, qualquer obstáculo na hora de aprender ou se relacionar com os colegas traz dificuldades que podem influenciar suas vidas em diversos aspectos. Tendo conhecimento das diferenças e das necessidades de cada criança, o docente consegue planejar atividades que possam atender a inúmeras especificidades. Inclusive Júlia necessita de atividades adaptadas.

Fonte: https://blog.portabilis.com.br/como-lidar-com-alunos-com-deficiencia/

·                    .Visto que Júlia possui uma deficiência que impossibilita a sua locomoção ela precisa de um acompanhante no ambiente escolar. Esse apoio deve ter formação e qualificação, o auxiliar é um suporte. A ideia é que ele acompanhe Júlia de maneira mais individualizada no ambiente escolar para facilitar sua mobilidade e auxiliar nas necessidades pessoais e na realização de tarefas.
·                    Lev Vygotsky psicólogo Bielo – Russo traz em suas teorias grandes contribuições para educação e intervenção pedagógica. A ideia que fundamenta o conceito de plano genético de Vygotski é de que o mundo psíquico não está pronto mas também não é recebido como algo pronto do ambiente, desse modo é um autor interacionista. Uma de suas principais e mais conhecidas teorias é a Sócio – histórica. Que privilegia a importância das interações sociais para o desenvolvimento do indivíduo. A intervenção pedagógica é onde o professor atua no desenvolvimento da criança. Para Vygotsky a intervenção pedagógica é um aspecto central em suas teorias, é essencial na promoção de desenvolvimento de cada indivíduo. O sujeito depende dessa intervenção para se desenvolver adequadamente. É utilizado nessa intervenção o conhecimento a respeito da Zona de desenvolvimento proximal descrita por ele como: Nível de desenvolvimento potencial (faz com ajuda) Nível de desenvolvimento real (faz sem ajuda). A zona que se encontra entre esses dois níveis é justamente a zona de desenvolvimento proximal, onde o professor deve intervir. O desenvolvimento se dá de fora para dentro. Com base nesses conhecimentos, o professor aplica a intervenção. Vygotsky diz:
“A criança cega ou surda pode alcançar o mesmo desenvolvimento que a normal, mas as crianças com deficiência o alcançam de maneira diferente, por um caminho diferente, com outros meios. Para o pedagogo, é importante conhecer a peculiaridade do caminho pelo qual deve conduzir a criança” (Vygotski, 1997, p. 17)

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                          Fonte: https://educacaoinfantil.aix.com.br/pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-aluno/

            Para Júlia a identificação deste caminho, ou seja, da zona de desenvolvimento proximal pelos profissionais de ensino que trabalham com ela diariamente é de extrema importância, pois é assim que se identificam os pontos em que a aprendizagem necessita de apoio.
            Após essa identificação, um dos procedimentos a ser aplicado é o acesso de Júlia ao AEE ( Atendimento Educacional Especializado). As Diretrizes nacionais para a educação especial (Resolução CNE/CEB nº 4/2009) garante no art. 1 º além da matrícula na rede regular,  de ensino a matrícula no AEE no contra turno, que deve ser ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em Centros de Atendimento Educacional Especializado, por um profissional especializado na área. Isso irá eliminar barreiras e conquistará plena inclusão da Júlia no ambiente escolar.
Fonte: http://cefpe.blogspot.com/2018/10/gte-atendimento-educacional.html

Segundo o texto “Mediações alternativas e compensação educativa das deficiências” de Karina Vasconcellos é necessária uma articulação entre o processor do ensino regular e o profissional do AEE para juntos contribuírem de maneira significativa no desenvolvimento da aluno, algumas funções do profissional do AEE são: Elaboração do plano de Atendimento Educacional Especializado do estudante; Definição do cronograma e das atividades do atendimento do estudante; Organização de estratégias pedagógicas e identificação e produção de recursos acessíveis. O plano educacional especializado é um recurso que rege as propostas pedagógicas de cada aluno, partindo das propostas elaboradas para a turma. A partir das propostas curriculares o professor e o profissional do AEE elaboram o plano com trabalho colaborativo de intervenção.



·                    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) existe no mundo aproximadamente mais de 600 milhões de pessoas com deficiência, ou seja, Júlia “faz parte” dos 10% da população global que tem algum tipo de deficiência.  Sabemos que as pessoas com deficiência, infelizmente são majoritariamente excluídas dos espaços públicos, do mercado de trabalho, das escolas; tendo cruelmente negados os seus direitos. Por longos anos acreditou-se que a pessoa com deficiência deveria se adequar a realidade dos espaços para vive na sociedade. Mas esse paradigma vem sendo rompido, especialmente no Brasil.
Neste contexto surge a Tecnologia Assistiva, uma área do conhecimento com características interdisciplinar que engloba produtos, estratégias, recursos, etc. – com o objetivo de por meio destes promover a funcionalidade, a participação ativa das pessoas com deficiência ou ainda como mobilidade reduzida, em outras palavras, a TA possibilita a autonomia, independência, a qualidade de vida e a inclusão do sujeito, permitindo que esse saia do papel de expectador para ator em seu dia a dia. A Paralisia cerebral trouxe para Júlia algumas limitações físicas nas pernas, braços e mãos; a menina utiliza a cadeira de rodas para se locomover. Sendo uma criança, frequenta a escola, cursa o terceiro ano do ensino fundamental e apresenta dificuldades para escrever, pintar, ler, etc.. Na perspectiva da Tecnologia Assistiva, deve-se:
Adaptar os materiais usados na sala de aula, para que Júlia consiga ter maior firmeza nas mãos, assim poderá manuseá-los com maior precisão.



O recurso criado auxilia a escrita, trata-se de uma bola de espuma furada com lápis encaixado no orifício. Júlia poderá pegar o lápis com maior firmeza, considerando que a bola de espuma moldará facilmente em sua mão facilitando a escrita da garota. O que se aplicará em diferentes objetos, como os mostrados abaixo:





Jardim Sensorial: Por meio de atividades dirigidas pelo professor, promover a possibilidade dos alunos, especialmente Júlia tenha contato sensorial com a natureza através do olfato, do paladar, do tato, da visão e da audição, estimulando assim todos os sentidos.

Através das sensações, do concreto, Júlia poderá assimilar melhor os conteúdos, as teorias a partir da prática – do sentir.
No lazer e recreação: deve-se fazer adaptações que auxiliem Júlia a brincar, com a participação de todos os alunos, para promover a inclusão efetiva da menina.



As relações sócias são realizadas com a inclusão e respeito as peculiaridades de Julia, fortalecerão o desenvolvimento da menina na escola. A Tecnologia Assistiva busca por meio de adaptações simples, desde um lápis a um jogo pedagógico adaptado possibilitar a interação, autonomia da pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida. Por meio de recursos simples, pode-se permitir ao outro sentir-se parte de um lugar, de uma sala de aula, da sociedade.
Até os recursos mais complexos como as tecnologias podem ser utilizadas para melhorar garantir a aprendizagem de Júlia. tecnologia também vem sendo uma ferramenta muito utilizada para alcançar e educar alunos com deficiência. Existem diversos casos em que o uso de vídeos, áudios, ajuda professores dentro de salas de aula. Dessa forma, os recursos tecnológicos são ferramentas que diminuem a distância entre o professor e o aluno. A exemplo do Editor livre de prancha. O software tem como principal utilidade a comunicação por meio de imagens e símbolos — fugindo do usual, que seria a partir da fala. Ele pode ser utilizado por tablets, smartphones ou pela própria impressão, o que facilita e atinge as diversas realidades. Com isso, os alunos que têm dificuldades em seguir a fala do professor ou aprendem com mais facilidade por meio do estímulo da visão vão acompanhar melhor as aulas muitas vezes. O Mouse ocular. Também chamado de Headmouse, o mouse ocular é uma ferramenta indicada para pessoas com limitações motoras. Portanto, não se trata de um aplicativo a ser usado pelo professor, mas sim recomendado ao aluno. A ferramenta corresponde exatamente ao que o nome diz: um mouse que, em vez de ser controlado pela mão (como os demais), obedece aos movimentos faciais — aqueles realizados pelos olhos e pela boca do usuário, mais especificamente. Assim, eles se tornam capazes de realizar novas tarefas e ganham mais autonomia.  Vídeo aulas. Um recurso muito utilizado, porém ignorado por alguns professores. O interessante desse material é a possibilidade de variar a aula usual apenas falada e escrita, dando ao aluno o recurso visual a ser trabalhado.

“A escola que nega a diversidade nega também a legitimidade do humano, desvia-os assim do entendimento mútuo porque a incomunicabilidade que a rejeição e a diferença produz impede a colaboração espontânea e a criatividade a ela intrínseca. Essa negação do outro gera ódio e é uma negação contrária a natureza humana de solidariedade e cooperação humana. Ao contrário, a escola que legitima a diversidade, explora e nutre a solidariedade, a criatividade e o sentimento de compartir natural do humano. [...] Quanto mais diversas forem as modalidades de ensinagem, as estratégias e os cenários, mais serão as diversas possibilidades de aprendizagem [...] Bem, a percepção afinada do professor e sua criatividade irão  proporcionar o melhor olhar para cada situação e quais e qual a estratégia será adequada para cada grupo, aluno ou classe. Creio que o importante é o que dialogo seja uma ferramenta de diagnostico e decisão interdependentes dos caminhos e estratégias lançadas.” (ALVES, 2016 p. 15254 e 15255) 


REFERÊNCIAS


LIMA, Priscila Augusta. Definindo educação inclusiva e educação especial In: Lima, P. A. Educação inclusiva e igualdade social: o desafio da qualificação. São Paulo: EDUSC, 2001.


NUERNBERG, Adriano Henrique. Contribuições de Vigotski para a educação de pessoas com deficiência visual. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 13, n. 2, p. 307-316, abr./jun. 2008.

SIQUEIRA, A.F, REDIF, A.G.; ESTEF, G. Plano educacional individualizado: uma estratégia no processo de inclusão escolar de uma aluna com deficiência intelectual. In: IV Colóquio Internacional Educação. Cidadania e Exclusão, SD.
VIGOTSKY, L. S. Obras Escogidas, Tomo V, Fundamentos da defectologia. Madrid: Visor, 1997.

INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL (ITS BRASIL) MICROSOFT EDUCAÇÃO. Tecnologia Assistiva nas escolas. Recursos básicos de acessibilidade sócio-digital para pessoas com deficiência, São Paulo, 2008.

Disponível em: https://blog.portabilis.com.br/como-lidar-com-alunos-com-deficiencia/ Acesso 12/04/2019

CARVALHO, Rosita Edler. Educação inclusiva com os pingos nos is. Porto Alegre: Mediação, 2004.

ALVES. M. D. F. MURADAS, M. M. Caminhos da Inclusão e a Inclusão Como Caminho. Fortalecendo a Teia da vida. In: ANAIS EDUCERE – XII Congresso Nacional de Educação. Curitiba: PUCPR, 2016 (P 15249-1566), Avaliação.

domingo, 14 de abril de 2019

Olá, boa noite. Estamos cheios de novidades hoje! Aqui está a produção do nosso livro inclusivo, para a disciplina de Educação Especial, mi...